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Luta das mulheres também passa pela defesa da democracia

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26/02/2025 – A defesa do Estado Democrático de Direito exige uma urgente, ampla e unitária mobilização das forças democráticas. Uma dessas frentes é a luta das mulheres. Por isso, o SINTSEF-BA participou, nesta segunda-feira, 24, de uma reunião do Movimento em Defesa da Democracia e contra o Fascismo em Feira de Santana-BA que discutiu as ações para a mobilização do 08 de Março, Dia Internacional da Mulher.

Em Feira, o 08 de março será marcado por uma Marcha em homenagem à luta das mulheres, a partir das 09h, com concentração na Praça de Alimentação na Av. Getúlio Vargas. A Marcha percorrerá a região central da cidade. Uma nova reunião acontecerá dia 03 de março, às 18h30 pelo Google Meet.

O Coordenador de Políticas Sindicais do SINTSEF-BA, Antonio “Capila” Sobrinho, que participou da reunião, lembrou que precisamos aprender com a história e que a marcha mostra a disposição das mulheres para ir às ruas e defender não só seus direitos, mas também a democracia. “As pautas centrais do movimento, como o fim da violência de gênero (expressa nos altos índices de feminicídio), a luta contra o machismo e em prol da igualdade e direitos reprodutivos, por exemplo, estão fortemente atreladas à defesa de uma nação democrática plena”, observou.

A direita e extrema direita testam, o tempo todo, os limites institucionais e tentam avançar suas políticas autoritárias e obscurantistas. Além de detonarem os direitos sociais do povo brasileiro, ameaçam também a própria vida das mulheres, até mesmo a liberdade sobre seus próprios corpos. Não por acaso, a celebração do 08 de março desse ano, definido pela CUT Brasil será: “Pela vida de todas as mulheres, ainda estamos aqui: vivas, livres e sem medo – pelo fim do feminicídio, direito à cidade e ao bem-viver”.

Não há igualdade de gênero sem creches, saúde, trabalho decente. Neste 08 de março, precisamos de um estado forte e atuante. Por isso, esta luta também é por:

– Serviço público, gratuito e de qualidade, com valorização dos trabalhadores e trabalhadoras.

– Não à escala 6X1!

– Valorização do salário mínimo e das aposentadorias

– Taxação dos ricos

– Garantia de investimentos na Saúde e na Educação, sem redução de gastos

– Contra o genocídio da juventude negra

– Redução da taxa de juros

– Sem anistia para os golpistas.

(com informações da CUT)

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