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Comando de Mobilização reúne-se na segunda-feira

Atividade integra calendário de lutas do SINTSEF-BA para a Campanha Salarial 2022

21/01/2022 – Mesmo com as dificuldades impostas pela pandemia de COVID-19, o SINTSEF-BA continua investido na missão de organizar sua base para a Campanha Salarial 2022. Após participar de protestos em Brasília na última segunda-feira, de realizar assembleia geral com seus filiados e filiadas na quarta-feira, 19, e de participar de Plenária Nacional da CONDSEF/FENADSEF ontem (20/01), o sindicato agora se prepara para construir o Comando de Mobilização. A organização do Comando foi uma das deliberações da Assembleia Geral do sindicato e terá a primeira reunião (realizada de forma online) na segunda-feira, 24/01, às 10h.

O Comando será formado por lideranças dos órgãos da base e dirigentes do sindicato. A ideia é discutir, sugerir acompanhar os trabalhos da categoria em prol da mobilização. Seja em nível local, estadual ou nacional, esse planejamento deverá propor (e/ou aprimorar) estratégias coletivas para o enfrentamento, além de manter a categoria informada, repercutindo na base os atos e deliberações estratégicas da Campanha Salarial.

O conceito é derivado das bem sucedidas experiências com os Comandos de Greve nas campanhas salariais anteriores. Os encontros do Comando contribuirão para nortear e intensificar a luta dos (as) trabalhadores (as), principalmente por estarem fundados no diálogo e na discussão coletiva qualificada. A partir daí, o esperado é que encontremos formas de superar os entraves cotidianos a partir da vivência específica de cada setor.  

O enfrentamento à política genocida de Bolsonaro é o plano de fundo da Campanha Salarial 2022. Os servidores exigem 19,99% de reposição salarial para todos os funcionalismo federal. O índice corresponde a perdas inflacionárias de 2019 a 2021, equivalente aos três anos de governo de Jair Bolsonaro (PL). Só em 2021 essa perda foi de 10,74%, que corresponde ao IPCA do período. Mas a categoria não abandonou a luta pelo atendimento de pautas anteriores como o cancelamento da PEC 32/2020 da Reforma Administrativa e o fim do teto de gastos.

Além do recrudescimento da pandemia (que impede a realização de grandes manifestações de rua), o ano eleitoral também representa um desafio extra à organização. Dia 02/02 é abertura do ano legislativo; o Congresso vai funcionar remotamente; ou seja, haverá poucos deputados no DF; a maioria estará em seus estados. Por isso, conforme deliberado pela última Plenária da CONDSEF/FENADSEF, temos que marcar esse dia com o eixo: DERRUBAR DE VEZ A PEC 32 E CONQUISTAR REPOSIÇÃO EMERGENCIAL LINEAR DAS PERDAS SALARIAIS. Vale para os servidores públicos municipais, estaduais, federais. Vamos marcar o 2 de fevereiro com:
• ato no DF (com representações apenas) na porta do Anexo II transmitidos via internet;
• atos em todo o país (inclusive nos menores municípios) diante de prefeituras, sedes de governos, sedes legislativas ou representações de órgãos federais;

A resistência à PEC 32 mostra que é a firme unidade das três esferas, construída em torno da reivindicação comum, que nos conduz à vitória. Visite nosso calendário de mobilização e participe dos atos e reuniões.

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