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Assembleia Geral aprova estratégias de mobilização

19/01/2022 – Nem bem começou o ano e o SINTSEF-BA já está em campo, buscando estratégias para defender os interesses de sua base. A ordem do dia é a luta pelo reajuste linear para os trabalhadores e trabalhadoras do serviço público federal.  Mas por estarem intrinsecamente relacionados, outros temas como a Reforma Administrativa e o fim do testo de gastos também foram abordados na assembleia geral do SINTSEF-BA, realizada na manhã desta quarta-feira de forma online.

A atividade contou com a participação especial das companheiras Beth Wagner – Coordenadora Executiva da Frente Parlamentar Ambientalista da ALBA (Assembleia Legislativa do estado da Bahia) e Secretaria Estadual do Setorial de Meio Ambiente do PT da Bahia e a Supervisora Técnica Regional do DIEESE, Ana Georgina Dias, que trataram, respectivamente, da agenda ambiental nacional e estadual, diante de um governo negacionista, e da análise de conjuntura.

Apenas Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Depen (Departamento Penitenciário Nacional), além de agentes comunitários de saúde, obtiveram promessa de reajuste salarial pelo governo. As entidades representativas de servidores públicos, como o SINTSEF-BA, CONDSEF/FENADSEF e CUT estão na luta pela extensão linear desse reajuste. “Não somos contrários ao reajuste salarial desses setores. Afinal, como a grande maioria dos trabalhadores brasileiros, os servidores públicos também estão com os salários brutalmente arrochados. Mas não é justo que apenas alguns segmentos sejam contemplados e outros não tenham direito. Exigimos reajuste linear para todo o serviço público”, afirmou Pedro Moreira, Coordenador Geral do SINTSEF-BA.

Entre os federais, a última negociação foi em 2015, na gestão Dilma Rousseff, com parte das categorias em greve. Na época, foram assinados acordos de reajustes em duas parcelas (até 2017) ou em quatro parcelas (até 2019). De lá para cá o que se viu foram sistemáticas negativas de negociação dos governos Temer e Bolsonaro. Os inúmeros pedidos de audiências foram simplesmente ignorados e as perdas chegam, hoje, até a 40%.

Para centrais sindicais, como a CUT, isso é fruto de uma política econômica iniciada em 2016, razão de ser do golpe. Agora, em 2022, à luta pelo cancelamento da PEC 32, soma-se a exigência de reposição linear das perdas salariais da categoria.

A inflação de 2021 foi de 10,06%. Ao contrário do que vive dizendo o Ministro da Economia, o governo tem caixa e tem possibilidade legal de conceder, ao menos, esse índice de reposição emergencial.

PLENÁRIA DA CONDSEF/FENADSEF

Nesta quinta-feira, às 09h, a CONDSEF/FENADSEF realiza uma Plenária Nacional online para discutir estes e outros temas que estão na ordem do dia. A atividade será aberta para a participação de todos os servidores e servidoras da base da Confederação e poderá ser acessada pelo link a seguir, na plataforma Zoom: https://us02web.zoom.us/j/81920033038?pwd=bkhuMFY1b1dENmZUb2FyTkZub2pzQT09  Senha: 829803

(Com informações da CUT)

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