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EBSERH: Trabalhadores ratificam adesão à greve nacional

  • Assembleias

14/09/2022 – Empregados da EBSERH realizaram na manhã desta quarta-feira, 14, uma assembleia virtual convocada pelo SINTSEF-BA onde avaliaram a decisão da última Plenária Nacional da categoria sobre o indicativo de greve. A atividade virtual aconteceu a partir das 10h no link https://youtu.be/Nk2W9_Mg1EQ e contou com a participação de dezenas de empregados. A maioria dos votantes (86,7%) aprovou a adesão à greve nacional da categoria, prevista para ter início no dia 21 de setembro, em luta para que os ACT´s de 2021/2022 e 2022/2023 sejam firmados. A assembleia ainda aprovou a manutenção dos serviços essenciais e autorizou o SINTSEF-BA e a CONDSEF/FENADSEF a resolverem os trâmites legais do pleito.

A plenária nacional dos empregados da EBSERH da base da CONDSEF/FENADSEF, realizada na terça-feira, 06/09, pela plataforma Zoom, teve como resultado a aprovação de paralisação nacional. Desde então, assembleias nos estados estão sendo realizadas para confirmar a decisão do encontro. No último dia 08/09, a Comissão Nacional de Mobilização do setor realizou uma reunião com o objetivo de organizar as próximas etapas preparatórias do movimento paredista. Outro passo é buscar a unidade da greve com as demais entidades nacionais que compõem as negociações na mesa dos acordos coletivos de trabalho da EBSERH.

A assessoria jurídica da CONDSEF/FENADSEF segue tentando uma audiência com a ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Delaide Arantes. A intenção é buscar celeridade do julgamento do dissídio de greve em petição feita pelas entidades sindicais no último dia 29 de julho.

No processo que envolve a tentativa de firmar acordo com a direção da EBSERH os trabalhadores têm enfrentado ameaças de retirada de direitos, desmonte e desrespeito por parte do governo Bolsonaro. Há entre a maioria dos empregados um sentimento de desrespeito e desvalorização por parte da direção da empresa.

“Nossa luta é por direitos e dignidade”, afirmou Alessandro Cerqueira, Coordenador do SINTSEF-BA e trabalhador da EBSERH. “Não queremos a greve, mas diante da insensibilidade do governo às reivindicações da categoria, o movimento tende a se intensificar “, concluiu.

(com informações da CONDSEF/FENADSEF)

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