A Central Única dos Trabalhadores da Bahia (CUT-BA) e as demais centrais sindicais que uniram forças para a celebração do Dia do Trabalhador e Trabalhadora em Salvador, informam que houve alteração no local da programação cultural e política do 1º de Maio, em Salvador. Todas as atividades, inicialmente previstas para acontecer no Farol da Barra, como inicialmente divulgado, precisaram mudar de lugar e serão realizadas agora no Jardim de Alah, espaço autorizado pela Prefeitura para a sua realização.
A Corrida do Trabalhador acontecerá também no Jardim de Alah, a partir das 7h. A retirada das camisas acontece na sede da CUT – BA, Rua Francisco Ferraro, número 11, Nazaré, a partir das 14:00 horas. Para receber a camisa, é obrigatória a entrega de 1kg de alimento.
A programação, que combina mobilização política, atividades culturais e lazer ao longo da manhã e início da tarde, está organizada da seguinte forma:
• 7h – Corrida de rua (no próprio Jardim de Alah)
• 8h às 11h30 – Aulão de dança, atividades culturais e falas políticas
• 12h às 13h30 – Show do Olodum
O SINTSEF-BA já garantiu a participação na festa. Além da capital baiana, o Núcleo Nordeste do sindicato marcará presença na mobilização em Feira de Santana. Por lá, a previsão é que as atividades se iniciem às 9h, na Praça Dona Pomba, no bairro Rua Nova. O 1º de Maio destaca pautas importantes como a redução da jornada de trabalho e fim da escala 6×1; combate ao feminicídio; combate à pejotização e às fraudes trabalhistas; fortalecimento das negociações coletivas; direito à negociação para servidores públicos; regulamentação do trabalho em aplicativos.
No Brasil, a organização dos trabalhadores ganhou força no início do século XX. Em 1917, São Paulo registrou uma greve geral que mobilizou cerca de 50 mil operários contra a carestia e as condições precárias de trabalho. A repressão foi violenta, mas consolidou a presença da classe trabalhadora na cena política nacional.
Para o SINTSEF-BA, a CUT ocupa um papel central na construção do 1º de Maio como um dia de mobilização em todo o país, reunindo trabalhadores e trabalhadoras nas ruas para defender direitos e apresentar suas principais reivindicações. Ao longo das décadas, a mobilização garantiu conquistas importantes e graças a essa organização e luta, direitos como o salário mínimo e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) passaram a estruturar a proteção social no país.
