11/06/2025 – O SINTSEF-BA participou ontem da 1ª Plenária Estadual que reuniu representantes de diversos setores progressistas da sociedade para discutir ações de promoção do Plebiscito Popular na Bahia. A Plenária aconteceu de forma virtual e contou com a presença de partidos políticos de esquerda, entidades sindicais, lideranças do movimento negro e de movimentos sociais e populares, todos comprometidos com a luta organizada da classe trabalhadora em prol de uma sociedade mais justa e igualitária.
Movimentos sociais, centrais sindicais, artistas, partidos políticos e organizações da sociedade civil estão coletando assinaturas para o chamado Plebiscito Popular, previsto para acontecer em em setembro deste ano, que irá avaliar a opinião da população sobre temas como a redução da jornada de trabalho, o fim da escala 6×1 e a isenção de Imposto de Renda para pessoas que recebem até R$ 5 mil, entre outros.
Em Salvador, duas ações centrais foram confirmadas ontem pela Plenária:
14 de junho (sexta-feira)
Plenária Estadual Presencial do Plebiscito, às 9h30, na Praça da Piedade.
2 de julho (terça-feira)
Ação de rua e coleta massiva de assinaturas durante o tradicional desfile do 2 de Julho.
Muitos dos temas do Plebiscito já estão em discussão no Congresso Nacional. O papel das entidades que promovem é fazer com que todos/as consigam entender as pautas discutidas. A ideia é percorrer o país levando informação, combatendo as fake news e os ataques da extrema direita numa luta, que, acima de tudo, é para garantir e ampliar a dignidade e cidadania do povo trabalhador no Brasil.
Antonio “Capila” Sobrinho, Coordenador de Políticas Sindicais do SINTSEF-BA e representante do sindicato na Plenária, avalia positivamente a iniciativa do Plebiscito como uma maneira de fortalecer a unidade política para levar às ruas perspectivas alternativas a essas pautas, que vêm sendo combatidas e deturpadas pelas narrativas enganosas da direita e extrema-direita. “Precisamos ampliar a mobilização: irmos aos espaços públicos e promover essas discussões implica em não se acomodar”, pontuou. Para ele, “ou fazemos essa disputa ou seremos engolidos”.
