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10/08/2017
Nenhum quilombo a menos e a luta contra a violência de gênero.

10/08/2017 - Dia 16 de agosto talvez seja o dia mais importante para as Comunidades Quilombolas. Será julgado a ADI 3239 ajuizada pelo DEM que pede a inconstitucionalidade do Decreto 4.887/03. Isso significa que caso passe no STF, todos os títulos já expedidos às comunidades quilombolas serão anulados. O Sintsef-BA apoia esta luta. Por favor, contribuam assinando a petição.

https://peticoes.socioambiental.org/nenhum-quilombo-a-menos

Ainda no âmbito da luta por justiça e contra toda forma de opressão, no último dia 07/08 o Instituto Maria da Penha e a sociedade comemoraram 11 anos de aprovação da Lei Maria da Penha, uma vitória para todas as brasileiras e uma validação dos direitos humanos.

Por isso, para pontuar os 11 anos da Lei e trazer informação para todo o Brasil, o 5º país mais violento para as mulheres, o Instituto criou o Relógios da Violência, que mostra quantas mulheres sofrem os 5 tipos de violência por segundo. Os dados são alarmantes e precisam ser pulverizados para que homens e mulheres se conscientizem do cenário violento que vivemos.

Pra isso precisamos da sua ajuda pra visitar o site e divulgar nas redes sociais.

Desde a 0h da última segunda-feira, o site www.relogiosdaviolencia.com.br está no ar contabilizando as horas por números de mulheres vítimas de violência.

Entre no site, escolha um relógio e compartilhe com a hashtag #TáNaHoraDeParar,  dessa forma podemos ver todas as pessoas que postaram.

Contamos com sua ajuda para divulgar o site, os relógios e a hashtag #TáNaHoraDeParar.

Alcançar a igualdade de gênero - o 5º dos 17 Objetivos Globais da ONU pra transformar o mundo - ainda é um desafio devido às barreiras culturais, políticas e históricas que perpetuam os valores do comportamento machista no Brasil e no mundo.

A informação é uma grande aliada das mulheres quando o assunto é violência doméstica e familiar: é preciso conhecer as diversas formas de agressão e promover o acesso à Lei Maria da Penha em larga escala. (Fonte: Divulgação)